• Depressão
Autistas são quatro vezes mais propensos a sofrer com depressão ao longo da vida, também é comum sofrerem de baixa autoestima, solidão e exaustão.
Não ter diagnóstico significa então não compreender como as duas condições se relacionam e não ter o tratamento mais adequado para elas.
• Ansiedade
Outra comorbidade comum devido à: transtornos de processamento sensoriais, dificuldade nas situações sociais, medo de mudanças inesperadas e dificuldades em identificar e expressar emoções.
Precisa-se compreender a pessoa para ajudá-la e por isso entender como o Transtorno é sentido é o primeiro passado para ajudar com sua ansiedade.
• Camuflagem Social
Conjunto de estratégias para esconder ou controlar comportamentos, com objetivo de atender as expectativas de contextos sociais e evitar julgamentos e discriminação.
Ela exige esforço, gerando exaustão emocional e física, tendo consequências negativas significativas. Por isso é importante perceber o que é e porque se faz para então começar a ser mais autêntico em contextos sociais.
• Solidão
Causada pelas dificuldades de socialização e comunicação. Além disso é comum traumas de tentativas anteriores e portanto medo de tentar conhecer pessoas novas.
Essa solidão pode se agravar se pessoa que não sabe que tem o Trastorno do Espectro Autista (TEA) e não entende que essas dificuldades são devidos à diferenças de comunicação e de um cérebro que não é neurotípico.
• Sem Suporte Necessário
Não saber que é autista no fim significa ter os prejuízos do Transtorno mas ter poucas ou nenhuma estratégia e suporte para lidar com eles.
Cada pessoa é diferente e portanto o suporte também tem que ser.
Para se ter compreensão, inclusão e saúde física e mental é necessário autoconhecimento.
Por isso, um diagnóstico e acompanhamento com um ou mais profissionais especializados faz toda diferença na qualidade de vida.
E para você, como foi saber do seu diagnóstico de TEA?
Psicóloga Celina Lucas | Especialista Clínica | CRP 12/14822
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