Psicóloga Celina Lucas

Especialista Clínica | CRP 12/14822

Psicóloga neurodivergente guiando outros atípicos em sua busca
de autoconhecimento e saúde mental.

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Vamos entender mais sobre camuflagem social?

A camuflagem social é quando se copia ou mascara traços de personalidade de acordo com o contexto. Pode ser praticado de forma consciente ou não tanto por homens quanto por mulheres, porém é mais praticada por mulheres e pessoas não-binárias, possivelmente pela expectativa social.

Alguns exemplos de camuflagem podem ser: evitar ou limitar o tempo de fala sobre um tópico específico, manter contato visual, reduzir movimentos de mãos ou braços, sorrir, espelhar o comportamento verbal ou não verbal do outro, dentre outros.

Ela pode ser praticada tanto por autistas quanto por neurotípicos, porém o que distingue é a motivação e o resultado: para autistas uma motivação frequente é evitar sofrer bullying, e seus resultados não são tão satisfatórios quanto para os neurotípicos.

Outras motivações para a camuflagem podem ser: desejo de inclusão, sucesso laboral, disfarce da própria personalidade, redução de inseguranças e aumento de conexões.

Todavia, isso envolve diversas consequências, como: ansiedade, depressão, estresse psicológico, cansaço e estresse diante do esforço para a constante simulação ou amenização de traços autistas, perda da autenticidade e sentimentos ruins após a camuflagem.

Por essas razões é importante compreender os motivos que cada um tem para camuflar, assim como as consequências tanto após realizar como que se não camuflar. É essencial compreender as caraterísticas e qualidades de cada um e o que se perde e o que se ganha com a camuflagem, sempre respeitando o ambiente que cada um vive.

Caso tenha dúvidas ou quiser mais informações me mande uma mensagem!

REFERÊNCIA:

MIRANDA, Érica Otoni Pereira; CHAGAS, Lisandra Maria Maria Pereira Fontes. Camuflagem social e diagnóstico tardio de autismo em mulheres: uma revisão integrativa. Revista Neurociências, [S.L.], v. 32, p. 1-19, 23 set. 2024. Universidade Federal de Sao Paulo. http://dx.doi.org/10.34024/rnc.2024.v32.16553. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/16553. Acesso em: 24 abr. 2025.

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